Gente, desculpa falar assim, mas se continuar como ta, eu vou parar de postar. Só uma pessoa comenta e acho que só uma lê também... então não vale a pena eu me sentir culpada por ficar semanas sem postar se quando eu venho, nada muda. Eu preciso saber se vocês estão gostando, eu me importo, mas eu só tenho uma leitora, do que adianta? Então, se tiver alguém fantasma lendo, peço que comente, senão vou parar de postar a web. Minha vida ta agitada e sempre que tenho tempo eu escrevo a web e posto, mas se eu continuar vendo que não ta valendo a pena, eu vou parar.
Só avisando...
XOXO ;*
quarta-feira, 18 de abril de 2012
sexta-feira, 13 de abril de 2012
11 - Um novo amigo?
–
Luiza. Ô mimada! Acorda!
Eu
abri os olhos com dificuldade, o quarto tava muito claro.
Era
um sonho. Apenas um sonho.
Nada
mais.
Levantei
irritada por ele me acordar daquele jeito.
–
Poderia ter sido mais carinhoso em Eduardo?
–
Ué, pensei que você estava chateada comigo por eu ter te falado a verdade.
Ele
fez careta.
–
Ah é. Obrigada por me lembrar – sorri
Fui
pro banheiro, tomei um banho e pensei no sonho. Eu realmente pensei que fosse
real, parecia tudo tão verdadeiro...
Quer
besteira eu estava pensando? Ele é meu irmão, e mesmo tendo sido um sonho, me
sinto culpada, porque falam que a gente sonha com o que a gente deseja né?
Sai
do banheiro e ele não estava no quarto. Troquei de roupa e fui pra cozinha. Estavam
todos lá, tomando café. Meu pai deu um grande sorriso quando me viu.
–
E ai Lulu... dormiu bem querida?
–
Sim pai, dormi muito bem! – abri um sorriso.
–
Que bom. Então, hoje o Eduardo tem um treino de basquete e eu pensei em você ir
com ele... sabe, pra conhecer mais pessoas, não quero que você passe o verão
todo dentro de casa.
–
O que? – eu realmente me senti um encomodo, Eduardo não queria que eu fosse e
nem eu quero ir.
–
Não se preocupa Eduardo. Pai... eu não quero ir, quero ficar em casa.
–
Nada disso Lulu, você vai com o Eduardo e ta decidido.
–
Lulu, seu pai é teimoso, ele não vai deixar você ficar, por mais que você
queira...
–
Ah Cristina... a menina tem que conhecer pessoas novas, tem que se comunicar,
fazer amizades.
–
“A menina” ta aqui pai, e eu to bem do jeito que eu to.
–
Se ela for comigo, manda ela ir se arrumar logo que daqui a pouco o Matheus ta
chegando.
–
Pai, avisa pro Eduardo que eu não vou com ele.
–
Ei, o que ta acontecendo aqui? Vocês brigaram? – Cristina perguntou
–
É... o que aconteceu na festa ontem?
–
Nada! – falamos juntos
Eu
sai e fui em direção ao quarto, mas antes que eu pudesse chegar, alguém bateu
na porta e eu fui atender.
–
Oi Luiza – ele abriu um sorriso grande de mais.
–
Oi Matheus, o Eduardo ta te esperando, ele ta na cozinha. – forcei um sorriso
–
Ok, obrigada.
Ele
foi em direção a cozinha e eu fui pro quarto. Deitei na cama e comecei a pensar
na minha mãe e em como tudo o que eu queria agora era estar recebendo um abraço
dela. O abraço que ela me dava todo dia quando eu chegava em casa. Eu já estava
chorando. Não podia guardar essas coisas pra mim, tinha que botar pra fora de
alguma forma e eu não me via vivendo o resto da minha vida no Tennessee. E eu
não iria. O Eduardo entrou no quarto com o Matheus e eu enxuguei minhas
lagrimas bem rápido. O Eduardo não viu, mas o Matheus sim.
–
Ei, Lulu, você ta bem? – ele parecia realmente preocupado e foi quando o
Eduardo olhou pra mim, acho que ele nem tinha notado minha presença ali.
–
To. – sai do quarto rápido e fui andar pela fazenda. Fiquei pensando se
realmente existem os cavalos do meu sonho, mas não tinha nada além de grama e
arvores. Eu fui até a maior de todas e sentei embaixo dela, a vista era tão
linda e tranquilizadora. E pela primeira vez, desde que eu cheguei, não tive
vontade alguma de ir embora.
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