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quarta-feira, 18 de abril de 2012

- IMPORTANTE -

Gente, desculpa falar assim, mas se continuar como ta, eu vou parar de postar. Só uma pessoa comenta e acho que só uma lê também... então não vale a pena eu me sentir culpada por ficar semanas sem postar se quando eu venho, nada muda. Eu preciso saber se vocês estão gostando, eu me importo, mas eu só tenho uma leitora, do que adianta? Então, se tiver alguém fantasma lendo, peço que comente, senão vou parar de postar a web.  Minha vida ta agitada e sempre que tenho tempo eu escrevo a web e posto, mas se eu continuar vendo que não ta valendo a pena, eu vou parar.
Só avisando... 

XOXO ;

sexta-feira, 13 de abril de 2012

11 - Um novo amigo?


– Luiza. Ô mimada! Acorda!
Eu abri os olhos com dificuldade, o quarto tava muito claro.
Era um sonho. Apenas um sonho.
Nada mais.
Levantei irritada por ele me acordar daquele jeito.
– Poderia ter sido mais carinhoso em Eduardo?
– Ué, pensei que você estava chateada comigo por eu ter te falado a verdade.
Ele fez careta.
– Ah é. Obrigada por me lembrar – sorri
Fui pro banheiro, tomei um banho e pensei no sonho. Eu realmente pensei que fosse real, parecia tudo tão verdadeiro...
Quer besteira eu estava pensando? Ele é meu irmão, e mesmo tendo sido um sonho, me sinto culpada, porque falam que a gente sonha com o que a gente deseja né?
Sai do banheiro e ele não estava no quarto. Troquei de roupa e fui pra cozinha. Estavam todos lá, tomando café. Meu pai deu um grande sorriso quando me viu.
– E ai Lulu... dormiu bem querida?
– Sim pai, dormi muito bem! – abri um sorriso.
– Que bom. Então, hoje o Eduardo tem um treino de basquete e eu pensei em você ir com ele... sabe, pra conhecer mais pessoas, não quero que você passe o verão todo dentro de casa.
– O que? – eu realmente me senti um encomodo, Eduardo não queria que eu fosse e nem eu quero ir.
– Não se preocupa Eduardo. Pai... eu não quero ir, quero ficar em casa.
– Nada disso Lulu, você vai com o Eduardo e ta decidido.
– Lulu, seu pai é teimoso, ele não vai deixar você ficar, por mais que você queira...
– Ah Cristina... a menina tem que conhecer pessoas novas, tem que se comunicar, fazer amizades.
– “A menina” ta aqui pai, e eu to bem do jeito que eu to.
– Se ela for comigo, manda ela ir se arrumar logo que daqui a pouco o Matheus ta chegando.
– Pai, avisa pro Eduardo que eu não vou com ele.
– Ei, o que ta acontecendo aqui? Vocês brigaram? – Cristina perguntou
– É... o que aconteceu na festa ontem?
– Nada! – falamos juntos
Eu sai e fui em direção ao quarto, mas antes que eu pudesse chegar, alguém bateu na porta e eu fui atender.
– Oi Luiza – ele abriu um sorriso grande de mais.
– Oi Matheus, o Eduardo ta te esperando, ele ta na cozinha. – forcei um sorriso
– Ok, obrigada.
Ele foi em direção a cozinha e eu fui pro quarto. Deitei na cama e comecei a pensar na minha mãe e em como tudo o que eu queria agora era estar recebendo um abraço dela. O abraço que ela me dava todo dia quando eu chegava em casa. Eu já estava chorando. Não podia guardar essas coisas pra mim, tinha que botar pra fora de alguma forma e eu não me via vivendo o resto da minha vida no Tennessee. E eu não iria. O Eduardo entrou no quarto com o Matheus e eu enxuguei minhas lagrimas bem rápido. O Eduardo não viu, mas o Matheus sim.
– Ei, Lulu, você ta bem? – ele parecia realmente preocupado e foi quando o Eduardo olhou pra mim, acho que ele nem tinha notado minha presença ali.
– To. – sai do quarto rápido e fui andar pela fazenda. Fiquei pensando se realmente existem os cavalos do meu sonho, mas não tinha nada além de grama e arvores. Eu fui até a maior de todas e sentei embaixo dela, a vista era tão linda e tranquilizadora. E pela primeira vez, desde que eu cheguei, não tive vontade alguma de ir embora.

sexta-feira, 30 de março de 2012

10 - Sentimentos Novos


– Não precisa se preocupar com isso. – sai da cozinha. Eu estava realmente chateada! Se apaixonar por mim? Sério mesmo? Garoto idiota!
Entrei no quarto e deitei na cama, deixei o sono me levar e dormi imediatamente.


Eduardo.

Ela não acreditou em mim...
Não acredito que ela não acreditou em mim. Eu fui sincero, eu disse quase que na cara dela que eu tinha chances de me apaixonar por ela e ela sai batendo o pé? Garota mimada!
Cheguei no quarto e ela já tava dormindo. Queria que ela estivesse acordada, iria falar poucas e boas pra essa patricinha.
Troquei de roupa e fui dormir, mas não adiantou muita coisa. Eu só pensava nela, e foi ai que eu percebi que já estava acontecendo...


Luiza.

Acordei antes de amanhecer. O Eduardo ainda estava dormindo, como um anjo, mas quem diria que ao acordar ele viraria esse menino idiota que é.
Levantei e tomei uma xícara de café e depois fui andar pela fazenda. Era imensa, e tinha apenas 4 cavalos. Eu sempre amei cavalos, mas não da pra ter um na California. Não onde eu morava, e vê-los me fez sorrir. Todos tinham uma coleira com o nome do dono, só um, uma égua, que tava com o nome do Eduardo, então, ele tinha dois cavalos pra ele. Isso me fez sentir um pouco de inveja. Abri a sela e fui fazer carinho no cavalo, quando virei a coleira, o nome era Smile, eu ri sozinha.
– Parece que ela gostou de você. E você dela.
Não precisei nem olhar pra saber quem era.
Eduardo.
Eu não queria ficar perto dele. Porque sim, eu sabia que eu já sentia alguma coisa por ele, só não sabia se era boa ou ruim e isso me fazia ter medo. Medo de cometer um erro, porque querendo ou não, somos irmãos, meio, mas somos irmãos. Já ia saindo da sela mas ele me puxou pelo braço.
– Sério mesmo que não vai mais falar comigo?
Eu não respondi.
– Ah, que ótimo. Você ta chateada comigo porque eu falei a verdade?
– NÃO! Eu to chateada com você, porque apesar de você saber que você é assim, você ainda sim se aproximou de mim. Por isso que eu to chateada.
– Eu não tenho culpa! Você é legal. E foi você que foi na cozinha, então nem vem!
– Ah, para de ser infantil, seu... seu... seu bobo!
– Ai meu Deus, ela me chamou de bobo. Nossa. To ofendido!
Não conseguimos segurar a risada. Começamos os dois a rir. Ele segurou a minha mão.
– Por favor, só... só não se afasta.
Olhei pra ele. Dentro dos seus olhos.
– Prometo.
Ele deu uma risadinha linda e quando eu pude ver, eu já tinha beijado ele.


-


Novo capitulo... Para nossa alegria! haha 
Aproveitem e desculpe a demora. beijos :* 

segunda-feira, 19 de março de 2012

9 - Revelações


Deitei no chão de madeira da varanda e fechei os olhos. Fiquei imaginando como foi aquele dia, tão longo. E estava tudo melhorando aos poucos, até aquele estúpido garoto falar aquilo. Meus pensamentos já estavam um pouco longe, mas eu não conseguia pensar em mais nada a não ser no Eduardo. Acabei dormindo.

– Lulu! Luiza! Acorda filha, pelo amor de Deus.
Meu pai tinha chegado. Eu ainda estava na varanda. O abracei com todas as minhas forças e chorei, chorei muito.
– Ah Lulu, fique calma. Eu estou aqui. Vem, vamos pra dentro.
Ele estava muito preocupado, dava pra perceber. Eu não levantei do chão, então ele me pegou no colo e me levou até o quarto. Eu mantive a minha cabeça enterrada no ombro dele, eu precisava daquilo, precisava me sentir amada novamente. E eu estava nos braços do meu pai, o homem que mesmo sem me ver por 7 anos ainda me amava incondicionalmente. Ele me botou na cama e eu me encolhi, me tapei e fiquei ali, chorando.
– Lulu, preciso que me conte o que aconteceu.
– É só saudade, da minha mãe.
– E por saudade você dormiu na varanda?
– Não. É que eu voltei da festa só que me esqueci de pegar a chave com o Eduardo. Por isso dormi na varanda.
– Hum, entendi. E a festa, como foi?
– Foi boa – menti
– Que bom que se divertiu querida. Bom, eu vou dormir, se você quiser comer alguma coisa, sabe que pode ficar a vontade né?
– Sei sim. Obrigada Pai.
– De nada Lulu – ele abriu um sorriso –. Boa noite querida.
Levantei e botei meu pijama, fiquei deitada na cama e fiquei esperando com todas as minhas esperanças, que o Eduardo chegasse depois que eu dormir. Não queria vê-lo. 

Fiquei rolando na cama por uma hora, e a cada minuto que passava eu agradecia pelo Eduardo não ter chegado. Senti sede e fui na cozinha. Estava faminta também, não tinha comido nada além daquela maçã. O Eduardo tava lá, senti um aperto no coração e me senti quente, parecia que eu ia desmaiar, não era pra eu estar me sentindo daquele jeito, era pra eu estar com raiva e nada além disso.
– Luiza.
Abri a geladeira e peguei um pedaço da torta de limão, sentei no balcão e comecei a comer, não dei muita atenção pro Eduardo. Eu queria que ele percebesse que eu estava realmente chateada.
– Eu sei que deve estar chateada, mas me perdoa, eu não quis dizer aquilo, é que eu não imaginava que você era assim, eu pensei que você era uma pirralha que iria ficar me atormentando.
– Você podia achar o que fosse de mim, mas mesmo assim não foi certo você ter falado aquilo – olhei pra ele – . Hoje foi o pior dia da minha vida, e quando você me chamou pra festa eu realmente pensei que pelo menos uma parte dele poderia ser boa, e tava sendo – senti uma lágrima caindo. Não queria chorar na frente dele, mas não queria prender nada dentro de mim. –, tava sendo ótima, mas você falou aquilo e acabou com tudo... eu estou realmente me sentindo um lixo. Você falou como se eu tivesse acabado com a sua vida. Não sei. Eu só quero entender, o porque de você ter falado aquilo, só isso, pode me explicar?
Ele se aproximou de mim e se apoiou no balcão.
– Não sou uma boa opção de menino pra ser amigo de meninas.
– Ah, então por isso você falou aquilo? Essa é a sua melhor desculpa? Nossa!
– Isso não é uma desculpa, eu to sendo sincero! É que eu tenho uma mania de me apaixonar muito rápido pelas pessoas. Eu me apego muito fácil, e não seria legal isso acontecer com você. – ele abaixou a cabeça, estava com vergonha. 

-

Miil desculpas pela demora, é que ta tudo bastante corrido, e eu não to tendo tempo pra escrever, mas prometo que a partir de agora vou me dedicar mais.
Aproveitem! 
Beijoos, :* 
@PolliSplit

sexta-feira, 9 de março de 2012

8 - Quem ele pensa que é?


– Não se preocupa, é perto daqui.
– Distancia não me incomoda. Na verdade eu gosto muito de andar.
– Olha, uma garota da cidade grande que gosta de andar? Meu Deus! Vai chover.
Eu dei uma batidinha nele.
– Ah, fala sério! Não é só porque eu vivi na cidade grande que eu não gosto de coisas saudáveis. Andar é muito bom.
– Hm, entendi. Coisas saudáveis... Acho dificil imaginar você andando lá, digo, você deveria ir a academia e ficar correndo na esteira por 1 hora.
–  O que? Claro que não. Não gosto de academias. Tem muito suor pra um só lugar.
–  Hum. A princesinha é fresca, é?
Bati nele de novo, mas dessa vez com um pouco mais de força.
–  Não sou princesa nenhuma. Muito pelo contrario. –  forcei um sorriso
Ele parou.
Já tínhamos chegado, mas estávamos no portão do local. Tinha bastante gente, de todas as idades.
Continuei andando, mas mesmo assim ele não veio comigo. Virei para trás.
–  O que foi? Algum problema?
Ele coçou de novo a cabeça. Parecia confuso, não sei.
–  Acho que foi um erro você ter vindo pra cá.
Aquilo veio como uma bomba pra mim. Do que ele tava falando? Pensei que tínhamos nos dado bem.
–  Eu posso voltar pra casa, gravei o caminho.  –  ri meio sem graça.
–  Não to falando da festa. To falando do Tennessee.
Não deu tempo de responder, um amigo dele saiu do nada e agarrou ele, e eu nem sabia o que eu ia responder. Eu tava me sentindo um lixo. Um incomodo. Por que ele falou aquilo?
– Fala ai moleque!
– E ai Matheus.
– Opa, quem é essa ai?
– Ah, ela é...
– Sou um encosto – interrompi.
Eduardo abaixou a cabeça. Matheus olhou pra cara dele, parecendo confuso. Não consegui ficar ali. Fui embora.
Sem olhar pra trás.

Voltei de cabeça baixa, pensando no que ele disse. Não tava fazendo sentido na minha cabeça. Será que ele me achava assim, tão insuportável a ponto de me falar isso?
Eu estava me sentindo incrivelmente sozinha, mais ainda quando cheguei em casa e lembrei que a chave tava com o Eduardo. Não tinha ninguém em casa. Sentei na varanda da frente olhando em volta pra ver se alguém aparecia. Eu queria um abraço, precisava disso. Eu estava com raiva por ele ter dito aquilo, e também estava magoada, e tudo se juntou a dor que eu estava sentindo por saber que nunca mais veria minha mãe. Tudo estava tão bem até ele me dizer aquilo. Eu realmente pensei que a gente estava se dando bem. Será que ele chega a ser tão falso a me iludir desse jeito?
Tomei uma decisão, só iria falar com ele se fosse muito necessário. Nem olhar pra ele eu iria. É, eu vou fazer isso.

-

Diia de capitulo duplo! hahaha . 
Pedido de leitora eu atendo! 
Aproveitem. XOXO :* 
@PolliSplit

7 - Festa ²


Olhei pra porta. Fiquei sem palavras ao ver o meu amado Dudu de toalha na porta do quarto, me olhando dos pés a cabeça e mordendo o canto da boca. E que abdomem era aquele? Sentei na cama, quase caindo dura no chão.
– Ah, é você. – consegui falar. – Tu tem assoviado demais em.
Ele riu.
– Ninguém mandou eu ter uma irmã tão... – ele fez uma pausa. Fiquei curiosa.
– Tão...?
–... diferente do que eu imaginava. – Ele entrou no quarto e abriu o guarda roupa dele.
– Vou te deixar trocando de roupa. – Saí.
Liguei a TV, mas fiquei curiosa, queria saber como ele pensava que eu era. Acho que passaram uns 10 minutos. Meu pai apareceu. Acompanhado.
– Oi filha. Bom, essa aqui é a Cristina.
Ela parecia ser legal. Abriu o seu maior sorriso e entendeu a mão pra mim. Eu fui logo com um abraço. Acho que eu tava elétrica. Nisso que dá ficar vendo o Dudu de toalha.
– Oiiiiiiiii, prazer, sou a Luiza.
Ela começou a rir. E eu também ri.
– Eu sou Cristina. É um prazer, depois de tanto tempo com seu pai, finalmente te conhecer.
– Digo o mesmo.
– Bom, agora que se conheceram... Lulu, a gente vai sair. Você fica bem sozinha aqui?
– Eu vou sair. Hum, vou sair com o Eduardo.
– Opa, olha que legal. Já são amigos. – Cristina disse.
– É, nos conhecemos agora a pouco ai ele me chamou.
– Ótimo então. Vamos querida?
– Claro.
Eles pareciam se gostar muito. E apesar de eu ficar 7 anos sem ver o meu pai, eu o amava, e queria vê-lo feliz. E ela parecia fazer ele feliz.
– Tchau.
Eles foram. Eu continuei na sala vendo TV. Até que o Dudu apareceu.
– Vamos?
– Sim, vamos.
Desliguei a TV e olhei pra ele. Que meio irmão lindo que eu tinha hem... nossa!
Ele riu meio sem graça. Acho que ele percebeu o jeito que eu estava olhando. Abriu a porta pra mim, como um cavalheiro.
– Damas primeiro.
Eu ri, totalmente sem graça.
– Obrigada Sr. Educação – ri.
Ele trancou a porta e ficou do meu lado.  Então ele me olhou, abaixou a cabeça, me olhou de novo e depois coçou a cabeça. Queria saber o que ele estava pensando.
– Hm, vamos?
– Vamos.
Começamos a andar.

terça-feira, 6 de março de 2012

6 - Festa ¹


– Desculpa Eduardo. – falei o nome dele pausadamente. Ele deu uma risadinha muito linda e saiu andando na direção do nosso quarto. Que bunda era aquela?
Parei de babar meu irmãozão e voltei a ver TV, mas não tinha muita coisa boa passando. Terminei de comer a minha maçã e fui a cozinha jogá-la no lixo, o que foi uma ótima idéia, já que o meu amado Dudu estava lá.
– Vai querer jantar Luiza?
– Bom, até agora não. Por que?
– É que se tu quiser jantar eu deixo alguma coisa pronta, porque vai ter a festa de fim de ano ai eu vou.
– Hum, fica tranquilo, qualquer coisa eu faço alguma coisa.
– Ta bom.
Ele ia saindo da cozinha, mas ele virou pra mim de novo.
– Hum, quer ir a festa comigo?
Ta. Ok. Respira.
Meu irmãozão tava me chamando pra sair com ele, assim, de primeira?  Olha, o Dudu é rápido.
Mas o que eu to pensando? Ele é meu irmão. Quer dizer, em parte. Ele é filho da minha madrasta que eu ainda não conheço, mas ta.
– Quero. Claro. Porque não?!
– Ta bem. Eu vou tomar banho. Vai se arrumar. A gente sai em 20 minutos.
– Ta ok. Hum, que roupa devo vestir?
Ele riu, eu risinho de lado muito lindo. Morri.
– Você que sabe, mas, se quer mesmo se enturmar ou sei lá, veste alguma coisa xadrez. – riu de novo.
Sorri de volta.
– Ok, obrigada.
Ele saiu e entrou no banheiro. Eu definitivamente tinha que ligar pra Karen e pra Estela. Fui pro quarto, fechei a porta e liguei pra elas.
– Alô! – falaram as duas em conjunto. (celular de linha, sabe?!)
– Amiiiiiigas!
– Luuuulu. Estávamos preocupadas, você ainda não tinha ligado pra gente.
– Desculpa. Mas eu não posso demorar, eu tenho que me arrumar, tenho uma festa estilo Tennessee pra ir.
– Que isso vaqueira. Já arranjou festa é? – Karen disse.
Eu ri. Era ótimo falar com elas.
– Meu irmão de 17 anos super gostoso me chamou pra ir.
– Irmão gostoso? Ui, dessa eu não sabia. – Animou-se Estela.
– Poisé, nem eu sabia. Enfim, só liguei pra avisar dele pra vocês. Tenho que desligar.
– Ta bom. Te amamos. Beijos e se cuida.
– Beijos, também amo vocês.
Era tão bom falar com elas. Eram elas duas que me faziam sorrir toda manhã. Sentia muita falta. Tentei tirar aqueles pensamentos deprês da minha mente e fui escolher minha roupa.  Botei meu short, minha blusa branca e minha jaqueta xadrez. All star no pé, arco na cabeça. Eu estava pronta. Alguém assovia de novo.
“Fiu, fiiu”  

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Como minha amada leitora pediu pra eu postar, aqui está! haha 
Aproveitem. Beijooos :* 
@PolliSplit

sexta-feira, 2 de março de 2012

5 - Casa Nova


– Ei, você não pode fazer nada Luiza. Nada! - Eu o abracei  com toda a força que eu tinha. Agora eu entendi o porquê dela ter me mandando morar com o meu pai. Ela só queria me proteger. Só isso. – Lamento minha linda. Eu juro que vou tentar fazer você ser a menina mais feliz do mundo. Juro que vou fazer de tudo pra te proteger. Eu juro. Vem, vamos pro carro.
Ele foi me levando pro carro. O vento estava forte, fazendo o meu cabelo açoitar o meu rosto. Mas isso não me incomodava.
Quando chegamos ao carro, eu me encolhi no banco, peguei meu celular e disquei o número da minha mãe.
Chamou. Chamou. Chamou.
Mas ela não estava mais lá. Como eu não tinha percebido todos os sintomas antes?
– Escuta Lulu. São algumas horas de viajem. Você deveria descansar.
Eu assenti com a cabeça e fechei meus olhos. Comecei a lembrar de todos os momentos bons que eu e minha mãe tivemos nesses 7 anos que eu não tive pai. Ela sempre foi mais que tudo na minha vida. E agora parecia que sem ela, nada mais seria a mesma coisa.

Acordei com meu pai me chamando, avisando que tínhamos chegado. Mentalmente, me preparei para o que eu ia ver e viver a partir de hoje. Eu nem conseguia respirar direito. Sentia que estava sem chão. Mas, rapidamente, tirei isso da cabeça e encarei todo esse problemão como se fosse apenas uma fase, com muitas mudanças, que, mais cedo ou mais tarde, eu teria que me acostumar.
Saí do carro, meu pai pegou as minhas bagagens.
– Vamos, entre!
Depois de um longo suspiro, o ajudei com minhas malas e então, fomos pra dentro, do que eu já poderia chamar de Casa Nova.

A casa tinha uma varanda bem extensa, e na verdade, não parecia nada com uma fazenda. Parecia que simplesmente, era uma casa, com um imenso, muito grande mesmo, jardim. Um jardim muito bem cuidado, só pra constar. Assim que entramos na Casa Nova eu percebi que, por dentro, a casa era totalmente urbanizada. Tinha uma televisão muito grande, DVD karaokê, uma estante com livros, filmes e CDs. Na verdade, me senti tão confortável, que parecia que eu já morava ali há muito tempo.
– Bem, Lulu, vem comigo.
O segui. Atravessamos a sala, passamos pela cozinha, pelo banheiro e paramos em frente a uma porta de madeira. Estava ansiosa para ver o meu quarto novo. Tive um surto quando eu vi que no meu quarto tinha duas camas! Duas camas!, Mas o quarto era relativamente lindo. Apesar de eu ter que dividi-lo com algum ser, o quarto me passava uma tranqüilidade, que eu gostei, gostei muito!
– Esse aqui é o seu quarto e do Eduardo, que é filho da sua madrasta.
– Eduardo? Menino?
– É, Eduardo que odeia ser chamado de Dudu, então, nem tente.
– Ah, já sei como eu vou encher o saco do meu novo irmãozinho.
– Irmãozinho? Ah ta!
Ele disse isso saindo pelo quarto. Eu botei minha mala em cima da minha cama, e comecei a arrumar o meu armário. Eu não entendi muito bem o que meu pai quis dizer com “Irmãozinho? Ah ta!”, fiquei com aquilo na cabeça.
Terminei de arrumar minha mala e peguei uma maçã. Fui pra sala ver TV, deitei no sofá e estava comendo a maçã, quando escutei um assovio. Sentei rapidamente no sofá e olhei para porta. Fiquei de queixo caído.
– Você deve ser a Luiza, né?
– É, devo ser. E você deve ser o Dudu, né?
O meu irmãozinho, na verdade era um irmãozão, gostosão e tudo com ão no final. Tinha cabelos negros e olhos esverdeados. Corpo malhado e muito gato. Pra ser sincera, babei ele.
– Eduardo. Meu nome é Eduardo.

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Capitulo 5 postado! haha . Espero que gostem. 
Comentem bastante e me digam o que acharam do Dudu. hahaha 
beijoos e aproveitem! 
@PoolliHutcher :* 

segunda-feira, 27 de fevereiro de 2012

4 - Não pode ser


Quando acordei a aeromoça estava dizendo algo sobre chegar ao destino. Abri meus olhos e olhei pela janela. A vista não era assim tão ruim, tinhas bastantes casas bem ajeitadinhas.
– Até que o Tennessee nem é assim tão ruim.
– É, depende do lugar que você mora. – Um cara que estava sentado do meu lado me disse, e por alguma razão eu acho que foi cedo demais pra eu ter comemorado. – Aqui é o centro do Tennessee.
Centro? Ótimo, se aquilo era o centro, não queria nem conhecer o resto. Eu queria voltar pra casa. Queria voltar pras minhas amigas e pro meu colégio.
Procurei me tranquilizar. Só tinha que ficar ali 2 meses. Apenas dois meses, nada mais que isso. Minha mãe prometeu. É, 2 meses e só!
Desci do avião e senti alguma coisa tremendo. Meu celular. Abri a bolsa rapidamente e peguei o aparelho. Eu não conhecia o número, mas atendi do mesmo jeito.
– Alô, quem fala?
– Oi Lulu – conheci a voz do homem rapidamente. Era meu pai. Sua voz não tinha mudado nada, nada. E eu não esperava reconhecer logo de cara. – você chegou bem, minha filha?
– Oi pai. Cheguei sim, tu ta aqui no aeroporto?
– Tu continua com o sotaque. Irrá! Minha neném ainda é a mesma. E eu to bem atrás de tu garotinha.
Desliguei o celular e me virei. Tinha uma camionete azul bebe a uns 100 metros de mim. Peguei minha bagagem e fui em direção a camionete. Ele estava lá. Com os seus mesmos olhos azuis e seus cabelos negros. Sua pele com toda certeza estava mais vermelha do que de costume, mas ele tinha sempre a aparência serena de sempre. Dei graças a Deus por ele estar sozinho. Eu não queria que ninguém mais ouvisse todas as perguntas que eu iria fazer a ele.
Botei minhas malas no lado de trás da camionete e abri a porta do carro. Entrei e me sentei ao lado dele.
– Tu ta com uma cara péssima, sabia?
– Pois é. Será que é porque eu saí do lugar que eu mais amo no mundo pra ir morar com o meu amado pai, que eu não vejo e não falo a 7 anos, em uma fazenda ainda por cima. É, mas, ninguém desconfia que eu odeie fazendas, só a mamãe, e olha só. Ela não está aqui!
Falei olhando em seus olhos e percebi que ele compreendia a raiva que eu estava sentindo.
– Lamento pelo câncer de sua mãe. Sinto muito por ela não poder mais te ver.
Ele tinha dito Câncer? Isso é impossível. Se minha mãe estivesse com câncer ela teria me falado.
– Para de mentiras. Minha mãe não tem câncer!
– Oh! Ela não te contou Lulu?
Olhando em seus olhos, eu vi que ele estava falando a verdade. Não percebi que estava chorando até ele passar o seu dedão na minha bochecha para limpar as lagrimas.
– Ela... ela tem quanto tempo?
– Bom, ela me contou sobre o câncer a exatamente uma semana atrás. E ela me disse que só tinha alguns dias. Mas não disse quantos.
Não agüentei ouvir aquilo. Saí do carro e corri de volta para o aeroporto. Pedi ao moço uma passagem de volta pra Califórnia. Senti uma mão quente no meu braço e me virei.

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Vocês comentaram, então eu postei bem rapidinho. Aqui esta o capitulo 4, e beeem grande pra agradar vocês!
agora vocês vão começar a entender melhor algumas coisas e eu prometo que os proximos capitulos vão ser muuito legais. Então, comentem e me deixem feliz =) 
haha . Beijoos e aproveitem! 
@PoolliHutcher

domingo, 26 de fevereiro de 2012

3 - Começo de um pesadelo?


Cheguei em casa e abri a porta da sala. Tinha 3 malas na sala, e minha mãe estava do lado delas.
– Como eu disse no telefone, você vai morar com o seu pai.
Aquelas últimas palavras dela ficaram ecoando em minha mente. Eu não podia acreditar que aquilo estava acontecendo.
– Não vou não. Eu vou continuar onde eu to. Onde eu sou feliz. Não vou pra lugar algum. Principalmente com o meu pai.
– Não adianta. Você vai morar com ele – ela olhou nos meus olhos e eu vi a dor que ela estava sentindo – Todas as suas coisas estão aqui, não tem mais nada pra pegar.
– Por que você ta fazendo isso, mãe? Você sabe que isso ta doendo tanto em mim quanto em você. Eu não quero e não vou morar com aquele homem.
– Não fale como se tivesse nojo dele. Eu sei que você não tem. Sei que você o ama e sente falta dele. Quero que pelo menos você fique um ano lá.
– Já disse que não vou pra lugar algum.
– Sinto muito minha filha, mas vai sim. Pelo menos tenta ficar lá esse verão. Eu prometo que se tu não gostar de lá, você vai poder voltar pra cá.
– Promete?
– Sim. Prometo.
Eu a abracei com toda a força que tinha. Não acredito que ela estava fazendo isso. Mas se estava fazendo, é por um bom motivo, porque eu sei que ela me ama. Sei que o amor dela por mim é bem maior do que o meu por ela. Ouvi um barulho de buzina. Minha mãe me soltou de seus braços e me deu uma passagem de avião.
– Seu táxi chegou. Tome aqui sua passagem. Cuide-se minha linda. Te amo.
Ela subiu as escadas da nossa casa e me deixou lá em baixo, sozinha.
Peguei minhas malas e fui em direção ao táxi. O motorista me ajudou e me levou em direção ao aeroporto.
Antes de entrar no avião eu liguei pra Karen e pra Estela. E contei pra elas o que aconteceu. Choramos juntas pelo celular. Falei pra elas quanta saudade iria sentir e depois tive que desligar.
Entrei no avião e sentei na minha poltrona, que era do lado da janela. Eu me encolhi ali, e fiquei imaginando o porquê da minha mãe ter me mandado pra morar com o meu pai. Eu fiquei imaginando todas as alternativas possíveis. Eu realmente não acreditava que estava saindo da Califórnia para ir para o Tennessee. Tentei por um momento esquecer um pouco esse assunto. Talvez lá não seja assim, tão ruim. Dormi profundamente, desejando para que quando eu acordasse, toda aquela história tivesse sido somente um sonho ruim.


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Bom, vocês não comentaram na minha postagem anterior, então eu fiquei um bom tempo sem postar. aqui está o 3° capitulo, e por favor COMENTEM! 
Eu preciso saber se vocês estão gostando. 
Beijoos e aproveitem. 
@PoolliHutcher 

domingo, 19 de fevereiro de 2012

2 - Tudo muda


Quando ela começou a falar, estava fazendo um gesto com as mãos abertas, levantando e abaixando, e a cada vez que ela fazia isso, respirava fundo.
– Ok. Respire fundo, Karen. Respire fundo – ela parou de fazer o gesto e, novamente me fuzilou com seus olhos cor de mel. – Qual é o seu problema Luiza Albuquerque? Você tem sérios problemas de cabeça né? O que te deu pra me deixar falando sozinha e depois sair correndo pela escola? Você anda bebendo ou o que?
– Eu não tenho nenhum problema Srtª. Karen Pinheiro. Eu não deixei tu falando sozinha. A Estela estava contigo. Esqueceu?
– Estava... – Estela apareceu na porta com uma aparência de cansaço –  Falou super certo Luiza. E pelo visto, ela esqueceu sim, porque me abandonou lá no gramado, sozinha né?!
– Ah, é um complô né? Já entendi tudo!
Nos encaramos por alguns rápidos segundos e começamos a rir. Nos abraçamos e depois eu e Estela continuamos a escutar a reclamação da Karen.
O resto do dia foi como qualquer outro dia de segunda-feira.
Quando já estávamos indo embora, a Estela foi andando comigo enquanto a Karen pegou carona com o seu namoradinho insuportável.
No caminho pra casa, o asfalto estava totalmente molhado e escorregadio, então andamos bem devagar, e estava um silencio chato. Mas, felizmente, meu celular tocou. Abri minha bolsa rapidamente e peguei meu celular. Era minha mãe. Eu morava com ela desde que o meu pai e ela se divorciaram, e eu não o via desde então. Mas ele sempre mandava cartas, e por isso eu sabia que dois meses depois que eles dois se divorciaram, ele se casou com outra mulher, que tinha, na época um filho de 10 anos. Então agora ele deve ter uns 17 anos. Eles moram numa fazenda no Tennessee. Parte do motivo que escolhi morar com minha mãe foi porque eu odeio fazendas. Eu gosto de praias, parques, shoppings e coisas pra fazer sem ser limpar caquinhas de porcos e cavalos. Atendi o celular e a primeira frase da minha mãe já acabou com o meu dia.
 – Oi mãe!
– Oi filha. Você vai ir morar com o seu pai. Suas malas já estão prontas aqui. Você vai para o Tennessee assim que chegar em casa.
 Desliguei o telefone, não acreditei no que ouvi.
– Estela. Tenho que ir. Beijos.
E corri em direção a minha casa, que não ficava muito longe de onde eu estava.


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Obrigada aos que comentaram. e bom, parece que vocês estão gostando, né? 
Sintam-se a vontade para dar comentarios e sugestões para melhorar a web. 
Obrigada mesmo. 
Ah, mudei meu user no twitter, então agora é @PoolliHutcher . 
Até amanhã galeros :* 

sábado, 18 de fevereiro de 2012

1 - Começo


O dia estava realmente claro. O sol clareava toda a escola, fazendo a água da chuva que estava no chão evaporar totalmente. Tinha vários grupos de alunos espalhados pelo gramado, lanchando, conversando e fazendo besteiras típicas de adolescentes de 16 anos. Eu sabia que logo, logo teria duas pessoas vindo correndo em minha direção e com certeza uma delas iria me dar muita dor de cabeça de tanto tagarelar.
– Onde foi que você se meteu, Luiza? Por que não me esperou?
– Desculpe Karen, mas você demorou muito, muito mesmo. Eu não ia me atrasar só por seus caprichos e manhas exageradas por maquiagem.  – Karen é minha melhor amiga desde a terceira série.
– Caprichos?! – ela quase gritava. E realmente eu tava começando a ficar com dor de cabeça. – Não é um simples capricho. É difícil pra mim ficar com espinhas na cara, principalmente agora que surgiu, do nada, uma gigante no meio da minha testa. Olha só pra isso!
Karen tinha a pele branca, que me fazia sempre lembrar a neve. Sua beleza é inconfundível. Seus perfeitos cabelos cacheados castanhos claros batiam na cintura e se deuses existissem, ela com certeza iria parecer com Afrodite, ou algo do tipo. Praticamente todas as meninas da escola tinham inveja dela e do seu corpo, que tinha várias e várias curvas, com toda certeza ela era linda.
– Tu ta exagerando, eu to começando a ficar com dor de cabeça, e vê se para de tagarelar na minha cabeça todo dia de manhã. Por favor!
–Ah, pare com esse sotaquezinho, pelo amor de Deus! E eu não tagarelo coisa nenhu... Oh my Good! Estela, que roupa é essa?
– Vê se não implica Karen. Não to com paciência pros seus caprichos de roupa e maquiagem hoje.
– Ah, pelo amor de Deus, gente! É a última semana de aula antes das férias de verão. Vamos nos divertir...
Eu já estava sem paciência para aquilo tudo quando eu saí andando pra longe delas duas ouvindo minhas músicas favoritas. E como sempre, elas começaram a me gritar que nem umas loucas e eu fingi que nem ouvi.
Passei pelo portão da escola quase correndo, falei com algumas pessoas que falaram comigo enquanto eu passava as pressas pelo gramado e pela extensa varanda que tinha em frente às salas de aula do primeiro andar, da secretaria, da enfermaria e do refeitório. Olhei para trás, e Karen ainda estava correndo atrás de mim, enquanto Estela estava parada no portão da escola, batendo pé, com sua mão na cintura e fazendo careta. Seus cabelos loiros curtos davam um ar de maturidade e chatice a ela. E nessa hora foi quando percebi que realmente a roupa dela tava um lixo. Ela usava uma calça boca-de-sino com uma bata cheia de flores e girassóis estampados. Era uma combinação bem estranha.  Continuei correndo de Karen até a nossa sala no segundo andar, que é o andar das salas do segundo ano. Botei minha bolsa na minha mesa. Quando Karen chegou, ela me fuzilou com os olhos, e eu percebi que ela estava realmente com raiva. Mas na verdade não me preocupei muito, porque, afinal, é a Karen, e ela se tranqüiliza facilmente.  

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Oii geente. 
Bom, essa é a minha primeira web, então, comentários e criticas são muito bem vindas. 
Os capitulos vão ser sempre desse tamanho. Comentem pra eu saber se vocês estão ou não gostando, ok? 
Beijoos e sigam @PoolliSantos :*